quarta-feira, 4 de abril de 2012

Castanha-do-brasil melhora perfil antioxidante em mulheres com obesidade


Castanha-do-brasil melhora perfil antioxidante em mulheres com obesidade

Data:            09/03/2012
Autor(a):       Rita de Cássia Borges de Castro
Fotógrafo:    Camila G. Marques


Pesquisadores da Universidade de São Paulo publicaram na revista científica Nutrition um estudo que avaliou a associação entre o polimorfismo na glutationa peroxidase-1 (GPx1), uma enzima antioxidante, os níveis de selênio (Se) e danos ao DNA em mulheres com obesidade após o consumo de castanhas-do-brasil (também conhecida como castanha-do-pará). O resultado foi de que houve aumento nos níveis de SE e da atividade da GPx1 com a ingestão desta castanha nesta população.

Trata-se de um estudo randomizado que avaliou 37 mulheres com obesidade mórbida. As participantes consumiram uma castanha-do-brasil por dia, fornecendo aproximadamente 290 mcg de selênio/dia, durante oito semanas. A recomendação diária para este micronutriente, segundo a Dietary Reference Intake (DRI), é de 55 mcg/dia.

Os pesquisadores verificaram no início do estudo e ao final das oito semanas as concentrações de Se no sangue, atividade da enzima GPx1 e os níveis de danos ao DNA. Em seguida, os resultados foram comparados em relação à presença de polimorfismo de nucleotídeo único (SNP) no gene para GPx1. Os SNPs em genes que codificam para enzimas antioxidantes, tais como GPx1 têm sido implicados na propensão para o câncer e outras doenças. Dentre os SNPs no gene para GPX1, destaca-se o PRO198LEU (ou Pro/Leu) que é resultante da substituição de citosina por timina, sendo o genótipo “normal” o PRO198PRO (ou Pro/Pro).

No início do estudo, todas as pacientes estavam deficientes em Se, e após a ingestão da castanha-do-brasil houve melhora significativa nos níveis sanguíneos de Se (p<0,001) e na atividade da GPx (p=0,001). Além disso, as participantes que apresentaram genótipo Pro/Pro tiveram diminuição nos danos do DNA após o consumo da castanha-do-brasil (p<0,005). No entanto, houve maior dano ao DNA nas participantes com o genótipo Leu/Leu em comparação com aquelas com o genótipo Pro/Pro (p<0,05).

“Este estudo é o primeiro a analisar as possíveis associações entre níveis de selênio, atividade da GPx, e os níveis de danos no DNA e polimorfismo no gene para GPx1 após o consumo de castanha-do-brasil. Mostramos que o consumo diário de apenas uma unidade desta castanha é eficaz em melhorar os níveis de Se e a atividade da enzima GPx em mulheres obesas”, comentam os autores.

“Semelhante a outros estudos no campo nutrigenômica, esses resultados não podem ser generalizados para outras populações, devido às diferenças raciais, étnicas e relacionadas ao estilo de vida. Certamente, estudos incluindo populações maiores são necessários para confirmar nossos resultados”, concluem.


Referência(s)

Cominetti C, de Bortoli MC, Purgatto E, Ong TP, Moreno FS, Garrido AB Jr, Cozzolino SM. Associations between glutathione peroxidase-1 Pro198Leu polymorphism, selenium status, and DNA damage levels in obese women after consumption of Brazil nuts. Nutrition. 2011;27(9):891-6.

Vamos calcular a quantidade de sódio dos alimentos?

http://nutricao.saude.gov.br/calculo_sodio.php


Você sabe a quantidade de sal consumida diariamente?

O consumo elevado de sódio, além de causar hipertensão, é responsável pelo aumento das doenças circulatórias e cardíacas, bem como alguns tipos de cânceres como o câncer de estômago.

As diretrizes brasileiras de consumo de sal recomendam a ingestão diária máxima de 5 g de sal como forma de alcançar uma alimentação saudável e promover a saude.

Uma boa parte do sal consumido diariamente vem do consumo de alimentos processados. Por isso, é importante conhecer a quantidade de sal presente nestes alimentos.

Evite adicionar muito sal na hora de cozinhar os alimentos e tire o saleiro da mesa. Lembre que 1 kg de sal iodado é suficiente para suprir uma família de 4 pessoas durante 50 dias.


O consumo de soja pode aumentar a reincidência do câncer de mama?


O consumo de soja pode aumentar a reincidência do câncer de mama?

Não há evidência clínica para sugerir que o consumo de soja e isoflavonas dietéticas aumentem o risco de reincidência de câncer de mama. No passado, a relação entre soja e reincidência de câncer de mama tornou-se polêmica devido às preocupações baseadas em estudos in vitro e em ratos, em que as isoflavonas, por possuir atividade estrogênica, poderiam estimular o crescimento de tumores de mama causados pelo excesso de estrógeno. No entanto, até o momento, nenhum estudo clínico comprovou essa hipótese.

Um dos estudos mais importantes sobre o assunto foi publicado em 2009, na revista JAMA (Journal of the American Medical Association). O estudo avaliou 5042 mulheres com câncer de mama durante 3,9 anos e concluiu que a ingestão de soja e seus derivados estiveram inversamente associadas com a mortalidade e reincidência. A associação inversa foi evidente entre as mulheres tanto com câncer de mama receptor de estrógeno positivo quanto negativo. Este estudo sugere que a ingestão alimentar moderada de soja é segura e potencialmente benéfica para mulheres com câncer de mama.

Outro estudo publicado por Kang et al., em 2010, acompanhou 524 mulheres com câncer de mama, por mais de cinco anos e concluiu que a alta ingestão alimentar de isoflavonas da soja foi associada com menor risco de reincidência em pacientes na pós-menopausa com câncer de mama positivo para receptores de estrógeno e progesterona em hormonioterapia.

Uma pesquisa publicada em 2011 acompanhou durante 7,3 anos 3088 sobreviventes de câncer de mama, diagnosticadas entre 1991 e 2000.  Os autores também concluíram que as mulheres que consumiram soja e seus derivados apresentaram redução do risco de morte.

Estes estudos, em conjunto, que variam em composição étnica (realizados nos Estados Unidos e na China), nível e tipo de consumo de soja, fornecem a evidência epidemiológica necessária para que não haja restrição do consumo de soja para as mulheres com diagnóstico de câncer de mama. Ressalta-se, no entanto, que ainda não existem estudos clínicos que avaliaram especificamente a suplementação de fitoestrógenos na redução do risco de reincidência do câncer de mama.

Referência (s)

Duffy C, Perez K, Partridge A. Implications of phytoestrogen intake for breast cancer. CA Cancer J Clin. 2007;57(5):260-77.

Shu XO, Zheng Y, Cai H, Gu K, Chen Z, Zheng W, Lu W. Soy food intake and breast cancer survival. JAMA. 2009;302(22):2437-43.

Kang X, Zhang Q, Wang S, Huang X, Jin S. Effect of soy isoflavones on breast cancer recurrence and death for patients receiving adjuvant endocrine therapy. CMAJ. 2010;182(17):1857-62.

Caan BJ, Natarajan L, Parker B, Gold EB, Thomson C, Newman V, et al. Soy Food Consumption and Breast Cancer Prognosis. Cancer Epidemiol Biomarkers Prev; 2011;20(5):854–8.

http://www.nutritotal.com.br/perguntas/?acao=bu&id=661&categoria=16

Imunonutrição no Pré-Operatório de Cirurgia Digestiva: Precisamos de mais evidências?



Imunonutrição no Pré-Operatório de Cirurgia Digestiva: Precisamos de mais evidências?
 
Em cirurgia eletiva, a preocupação com o estado nutricional e a intervenção nutricional adequados é capaz de modificar favoravelmente o tratamento no pré-operatório para a obtenção de uma boa evolução no pós-operatório. Uma das estratégias utilizadas é o uso de dieta imunomoduladora, que pode contribuir para a melhora do tratamento de doentes cirúrgicos, que apresentam processos imunológicos, metabólicos e inflamatórios prejudicados pela resposta inflamatória pós-trauma (1,2).

Uma vez identificado o risco e o grau de comprometimento do estado nutricional no período pré-operatório deve ser instituído um planejamento de terapia nutricional. Em pacientes desnutridos candidatos a cirurgias eletivas de grande porte, que apresentam a via digestiva totalmente funcionante, é recomendada a suplementação oral dos nutrientes imunomoduladores, como arginina, ácidos graxos poli-insaturados ômega-3, nucleotídeos e antioxidantes. A quantidade calórica sugerida a ser usada é de 500 a 1000 kcal/dia no período pré-operatório com o intuito de atenuar a resposta inflamatória sistêmica, modular a resposta imune e reduzir as complicações no pós-operatório (2).

No estudo de Gunerhan publicado em 2009, pacientes com câncer gastrintestinal e baixos níveis séricos de pré-albumina, um marcador de desnutrição, foram randomizados e divididos para receberem dieta oral imunomoduladora por sete dias no pré-operatório, dieta enteral padrão ou dieta oral sem suplementação. Os resultados mostraram a melhora dos níveis séricos da pré-albumina somente no grupo que recebeu imunonutrição, no entanto, não houve alteração na incidência de complicações e tempo de internação (3).

A Sociedade Europeia de Nutrição Clínica e Metabólica (Espen) recomenda que pacientes cirúrgicos com câncer gastrintestinal alto, mesmo sem desnutrição associada, devem ter a cirurgia adiada para a realização de terapia nutricional padrão ou oferta de dieta imunomoduladora por cinco a sete dias no período pré-operatório com o intuito de melhorar a condição nutricional, atenuar a resposta inflamatória sistêmica e reduzir complicações no pós-operatório (4).

Okamoto e colaboradores em 2009, investigaram o efeito da suplementação oral imunomoduladora por sete dias no pré-operatório de pacientes com câncer gástrico. Nestes doentes houve a diminuição da duração da SIRS (Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica) e incidência de complicações infecciosas no pós-operatório. Estes benefícios foram associados à melhora da imunidade celular e manutenção dos níveis de linfócitos CD4+ encontradas no grupo suplementado (5).

Recentemente em 2011, Shirakawa e equipe mostraram que pacientes suplementados com imunonutrição por cinco dias que antecederam a cirurgia duodenopancreatectomia apresentaram diminuição de infecção de ferida operatória e da resposta ao estresse cirúrgico (5).

Metanálise publicada por Waitzberg em 2006, mostrou que pacientes com câncer candidatos a cirurgia eletiva gastrintestinal que receberam 500 a 1000 ml de dieta imunomoduladora por cinco a sete dias no pré e mantida no pós-operatório reduziu a ocorrência de abscesso abdominal, deiscência de anastomose e de complicações respiratórias, independente de desnutrição associada (1). Recentemente, estes resultados foram reforçados na metanálise
publicada por Cerantola e seus colegas, que com mesmo desenho metodológico em 21 ensaios clínicos, mostrou a redução de complicações pós-operatórias, infecções e do tempo de internação (6).

Em contrapartida, é sabido que em situações específicas a imunonutrição não deve ser administrada, como por exemplo, no pós-operatório de pacientes nutridos sem risco de complicações (7,8). Em revisão sistemática pacientes cirúrgicos com sepse, que receberam fórmula com arginina, apresentaram resultado desfavorável com aumento na taxa de mortalidade quando comparado ao uso de fórmula padrão. Devido ao risco potencial associado ao uso de dietas suplementadas com arginina em pacientes com sepse, o uso de imunonutrição no pré-operatório não é recomendado nesses pacientes, segundo as diretrizes Canadenses, de 2009 (9).

Até o presente momento, podemos concluir que o uso de dieta imunomoduladora, principalmente no período pré-operatório, pode ser capaz de reduzir incidências de complicações infecciosas, feridas pós-operatórias e tempo de internação. No entanto, a imunonutrição é um universo que ainda deve ser explorado, pois permanece sem respostas importantes para populações específicas de doentes.

Priscila Garla
Nutricionista. Mestranda do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Especialista em Terapia Intensiva Multidisciplinar do Adulto pela Faculdade de Medicina de Marília (Famema).

Referências bibliográficas:
1. Waitzberg DL, Saito H, Plank LD, Jamieson GG, Jagannath P, Hwang TL, et al. Postsurgical infections are reduced with specialized nutrition support. World J Surg, 2006;30(8):1592-604.

2. Braga M, Gianotti L, Vignali A, Schmid A, Nespoli L, Di Carlo V. Hospital resources consumed for surgical morbidity: effects of preoperative arginine and omega-3 fatty acid supplementation on costs. Nutrition. 2005; 21(11-12):1078-86.
3. Gunerhan Y, Koksal N, Sahin UY, Uzun MA, Ekşioglu-Demiralp E. Effect of preoperative immunonutrition and other nutrition models on cellular immune parameters. World J Gastroenterol, 2009; 15(4):467-72.

4. Weimann A, Braga M, Harsanyi L, Laviano A, Ljungqvist O, et al. ESPEN Guidelines Enteral Nutrition: Surgery including organ trasnplantation. Clin Nutr, 2006; 25: 224-44.

5. Okamoto Y, Okano k, ET AL. Attenuation of the Systemic Inflammatory Response and Infectious Complications After Gastrectomy with Preoperative Oral Arginine and x-3 Fatty Acids Supplemented Immunonutrition. World J Surg, 2009; 33:1815–1821.

6. Cerantola Y, Grass F, Cristaudi A. Perioperative Nutrition in Abdominal Surgery: Recommendations and Reality. Gastroenterology Research and Practice, 2011.

7. Heyland DK, Drover J. Does immunonutrition make an impact? It depends on the analysis. Crit Care Med. 2000;28(3):906-7.

8. Braga M, Gianotti L, Gentilini O, Liotta S, Di Carlo V. Feeding the gut early after digestive surgery: results of a nine-year experience. Clin Nutr, 2002; 21(1):59-65.

9. Mudge L, Isenring E, Jamieson GG. Immunonutrition in patients undergoing esophageal cancer resection Diseases of the Esophagus, 2011; 24: 160-165.

http://www.nutritotal.com.br/newsletter/index.php

Iogurte contendo probióticos melhora estado antioxidante em diabéticos tipo 2




Iogurte contendo probióticos melhora estado antioxidante em diabéticos tipo 2

Data:            15/03/2012
Autor(a):       Rita de Cássia Borges de Castro
Fotógrafo:    Rita C. B. Castro

Pesquisadores publicaram na revista científica Nutrition um estudo que demonstra que o consumo de iogurte probiótico melhora a glicemia de jejum e a função antioxidante em pacientes diabéticos tipo 2.

Os autores realizaram um estudo controlado, duplo-cego e randomizado. Foram avaliados 64 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (DM2), com idade de 30 a 60 anos, sendo divididos em dois grupos:

Grupo de intervenção: pacientes consumiram 300 g/dia, durante seis semanas, iogurte acrescido de duas bactérias probióticas (Lactobacillus acidophilus LA5 e Bifidobacterium lactis Bb12);

Grupo controle: pacientes consumiram 300 g/dia de iogurte convencional durante seis semanas.

Os pesquisadores avaliaram no início e no final do estudo, exames bioquímicos, recordatório alimentar de 24 horas e medidas antropométricas. Eles verificaram que a ingestão do iogurte probiótico diminuiu significativamente a glicemia de jejum (p<0,01) e hemoglobina glicosilada (A1c, p<0,05). Além disso, observaram que houve aumento da atividade das enzimas antioxidantes, como a superóxido dismutase eritrocitária (p<0,05) e glutationa peroxidase (p<0,05), bem como o aumento da capacidade antioxidante total (p<0,05), em comparação com o grupo controle.

“Os mecanismos precisos envolvidos nos efeitos antidiabéticos dos probióticos ainda são desconhecidos. Estes efeitos podem estar relacionados com uma diminuição do estresse oxidativo pelos probióticos. Além disso, os efeitos imunomoduladores e anti-inflamatórios dos probióticos e sua capacidade de modular a microbiota intestinal são considerados outros possíveis mecanismos”, comentam os autores.

“Este estudo demonstrou que o consumo de iogurte probiótico contendo L. acidophilus LA5 e B.lactis Bb12 melhorou a capacidade antioxidante e glicemia de jejum em pacientes com DM2. Estes achados sugerem que o iogurte probiótico é um alimento funcional que pode exercer função antidiabética e propriedades antioxidantes”, concluem.


Referência(s)

Ejtahed HS, Mohtadi-Nia J, Homayouni-Rad A, Niafar M, Asghari-Jafarabadi M, Mofid V. Probiotic yogurt improves antioxidant status in type 2 diabetic patients. Nutrition. 2011 Nov 28. [Epub ahead of print]

http://www.nutritotal.com.br/notas_noticias/index.php?acao=bu&id=543

Catálogo brasileiro de hortaliças


Conheça o catálogo brasileiro de hortaliças elaborado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Neste catálogo são listadas as 50 hortaliças mais comercializadas no Brasil e os aspectos climáticos e características do cultivo para que as hortaliças tenham bom desenvolvimento.



http://www.nutritotal.com.br/publicacoes/files/1379--Catalogo_hortalicas.pdf

Quais são os micronutrientes que devem ser monitorados no pré-operatório de cirurgia bariátrica?




Quais são os micronutrientes que devem ser monitorados no pré-operatório de cirurgia bariátrica?

Estudos demonstram que a deficiência de micronutrientes é comum em indivíduos obesos, podendo ser encontrados baixos níveis em quase todas as vitaminas e oligoelementos.

Uma pesquisa publicada por Toh e colaboradores em 2009 avaliou as deficiências de micronutrientes em 232 pacientes antes de serem submetidos à cirurgia bariátrica e foi observado que a deficiência de vitamina D, determinada pelos níveis séricos de 25-OH-vitamina D, esteve presente em 57% dos indivíduos.

Outros estudos relataram que as deficiências de ferro, ácido fólico, vitamina B12, zinco e selênio também são comuns. No entanto, existe uma grande variabilidade nas incidências relatadas: deficiência de ferro foi observada em 6 a 16% dos pacientes e deficiência de vitamina B12 encontrada em 3 a 18% nestes pacientes.

Embora sejam observadas variações entre os estudos na incidência de deficiência de micronutrientes, pesquisadores sugerem que o estado nutricional de micronutrientes deve ser determinado rotineiramente antes da cirurgia bariátrica. Essa preocupação ocorre devido a importância de alguns micronutrientes para o processo de cicatrização pós-operatória, principalmente zinco, selênio e vitamina C. No entanto, poucos estudos compararam os níveis de micronutrientes antes e depois da cirurgia, pois a maioria dos estudos têm como foco as deficiências ocorridas no pós-operatório.
As recomendações para testes de laboratório pré-operatório são demostradas na tabela abaixo:




Portanto, a suplementação nutricional muitas vezes é necessária para corrigir as deficiências de micronutrientes tanto no pré quanto no pós-operatório de cirurgia bariátrica.


Bibliografia (s)

Toh SY, Zarshenas N, Jorgensen J. Prevalence of nutrient deficiencies in bariatric patients. Nutrition. 2009;25(11-12):1150-6.

Valentino D, Sriram K, Shankar P. Update on micronutrients in bariatric surgery. Curr Opin Clin Nutr Metab Care. 2011;14(6):635-41.

http://www.nutritotal.com.br/perguntas/?acao=bu&id=662&categoria=11